Publicado por: outravia em: setembro 28, 2007
William Blake Tigre, tigre que flamejas Nas florestas da noite. Que mão que olho imortal Se atreveu a plasmar tua terrível simetria ? Em que longínquo abismo, em que remotos céus Ardeu o fogo de teus olhos ? Sobre que asas se atreveu a ascender ? Que mão teve a ousadia de capturá-lo ? Que [...]
Publicado por: outravia em: agosto 27, 2007
Viviane Mosé Veja um video-poema… de parte deste poema quem tem olhos pra ver o tempo soprando sulcos na pele soprando sulcos na pele soprando sulcos? o tempo andou riscando meu rosto com uma navalha fina sem raiva nem rancor o tempo riscou meu rosto com calma (eu parei de lutar contra o tempo ando [...]
Publicado por: outravia em: agosto 24, 2007
Arnaldo Antunes – O mosquito O mosquito me beijou o verme me comeu a terra me sugou a larva cresceu o mosquito me beijou a borboleta me lambeu o urubu me bicou o lixo era eu o mosquito me beijou o brejo era eu a sanguessuga me chupou o rato me roeu o mosquito me [...]
Publicado por: outravia em: junho 29, 2007
Publicado por: outravia em: abril 28, 2007
Quem é o homem que eu estou vendo ? Onde eu deveria estar? Perdi meu coração Eu enterrei fundo demais Sob o mar de ferro Bola de cristal salve todos nós! E me diga que a vida é bela Estou me esvaindo Tudo o que sei esta errado …eu me olho no espelho mas não [...]
Publicado por: outravia em: março 22, 2007
A Sinfonia do Perdão Jorge Camargo Visite O Blog “Na última terça-feira (21/11), minha mãe Vanira, levantou mais cedo que de costume. Sentou na cadeira da sala de jantar e puxou uma conversa leve e descompromissada com meu pai. Surpreso com sua presença inesperada, seu Jorge, o “preto” como era carinhosamente chamado por ela, esticou [...]
Publicado por: outravia em: dezembro 15, 2006
Para você ganhar belíssimo Ano Novo cor de arco-íris, ou da cor da sua paz, Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido), Para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ser, novo até no coração das [...]
Publicado por: outravia em: dezembro 11, 2006
Distraída, tomei o trem errado. E mais longe fiquei do meu destino. Quase cedi à aventura de seguir, à-toa até a última parada. As pernas, contudo, me fizeram, feito um autômato, saltar na primeira estação ponto de partida para a nova e antiga indagação. Katsuko Shishido Do livro: “A dor da frágil pluma”, Ed. Taturana, [...]